Unicampo - Online
  • Esses aí são os guichês de passagem do Expresso Nordeste sendo montados na nova rodoviária de Campo Mourão. Mas não se iluda. Ainda não tem nada certo para o funcionamento do terminal. Hoje de manhã uma reunião vai discutir o assunto na prefeitura. Empresas de ônibus e administradora do terminal ainda têm muitos impasses para resolver. Enquanto isso, enquete de BOCA SANTA segue a todo vapor. Até ontem à noite, 41% dos internautas haviam respondido que que acreditam que a rodoviária começa a operar no dia 27 assim como acreditam também em papai noel. Outros 27% disseram que acreditam mais na seleção do Felipão. Também, a Honduras não está na nossa eliminatórias...

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  • Colegio Vila Militar

  • Não teve jeito. Por um votinho (27 a 26) a Assembléia Legislativa rejeitou ontem à noite o projeto popular que tentava impedir a privatização da Copel. Portanto, o deputado mourãoense Nélson Tureck (PFL), com seu voto favorável à venda, foi decisivo para a derrota do projeto popular. Ah, que saudade do tempo em que Campo Mourão não tinha deputado...
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  • Prever - Dúvidas

  • Tureck, aliás, foi uma das estrelas durante as discussões de ontem à noite. É que Orlando Pessuti (PMDB) queria impedir que o mourãoense votasse com base numa fita em que Tureck aparesse dizendo que votaria pela venda da Copel porque, assim, teria dinheiro para obras na região. Ih, com os títulos podres que vão pagar a empresa, já dá para imaginar a beleza dessas obras...

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  • Paraná - ofertas

  • O clima envolvendo Tureck esquentou. A certa altura ele ameaçou agredir um deputado. Mas não deu em nada. Não deixaram a oposição mostrar a fita em que Tureck admitiria a venda do voto e a sessão seguiu em frente. Agora, cá entre nós: se é preciso vender a Copel para sair um dinheirinho para a gente, o que vão fazer depois de venderem a empresa?...

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  • Sicredi - Bank

  • Nove vereadores de Campo Mourão votaram ontem à noite favoráveis à votação aberta nas apreciações de veto do Executivo. Oito votaram contra o voto aberto. Então a votação aberta foi aprovada, certo? Er-ra-do! Para ser aprovada, a proposta precisava de dois terços dos votos (11). Só deu 9. Em resumo: quem fez mais gols perdeu...

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  • Carlos Dubay

  • Quando viu que o barco estava afundando, o vereador Edson Battilani (PPS) ainda tentou de todas as maneiras adiar a votação. Mas não teve gente. O plenário recusou a suspensão da sessão e não aceitou um pedido de vistas do presidente Izael Skowronski (PPS). É, quando o negócio não interessa o povo vai rapidinho, rapidinho...

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  • Ahertz Terraplenagem

  • O problema é que a proposta do fim do voto secreto nos vetos chegou ao plenário com parecer contrário da comissão especial que analisou a matéria. Detalhe: os três vereadores que deram o parecer contrário - Sebastião Ribeiro (PT), professor Idê (PV) e Celso Hruschka (PMDB) - votaram favoráveis ao projeto. Ou seja: foram contra o parecer deles mesmo. Ih, virou rotina...

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  • Marcio Nunes 2

  • Ribeiro, Hruschka e Idê fazem questão de explicar. Dizem que sempre foram favoráveis ao voto aberto, mas deram um parecer contrário com base numa recomendação do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam). Em resumo: votaram na comissão contra a própria vontade. É, vá ver houve choque elétrico e pau-de-arara para sair aquele parecer contrário...

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  • Terra FM

  • Quem mais discutiu a questão sobre se o projeto deveria ou não ir à votação na sessão de ontem à noite foram dois velhos companheiros. Sidnei Jardim (PPS) defendia a votação logo, enquanto Edson Battilani (PPS) pregava o adiamento. Pode? Pelo jeito no PPS de Campo Mourão união é só marca de açúcar...

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  • Aliás, Sidnei Jardim fez questão de frisar que votou contra o voto aberto por entender que é assim que determina a Constituição Federal. Ele negou que estivesse votando dessa forma, como líder do governo, a pedido do prefeito Tauillo Tezelli (PPS). Ah, digamos que ele estava votando com base na "Tonstituição Tederal"...

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  • Votaram contra o voto aberto nas apreciações de veto: Edoel Rocha (PSDB), Geraldinho Sacramento (PSL), Janir "Branco" Barbosa (PSB), Juvenal Vieira (PTB), Luiz Carlos Kehl (PFL), Maria Verci (PSL), Salvador Martins (PSL) e Sidnei Jardim (PPS). Esses não gostam que o povo saiba como eles votam. Povo? O que é que é isso?...

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  • Falando em veto, os vereadores votaram ontem à noite o veto do prefeito Tauillo Tezelli a um artigo de um projeto dos vereadores José Turozi e professor Idê, do PV. Em votação secreta, o veto foi mantido por 12 a 5. Detalhe: Turozi e Idê haviam concordado com o veto e pedido aos colegas que mantivessem a decisão do prefeito. E mesmo assim surgiram 5 votos contra o veto. Eta povo revoltado!...

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  • Chateado com a reprovação do voto aberto para as apreciações de veto, Battilani prometeu, desde que seja legal, mostrar sempre seu voto nesse tipo de votação. Pelo menos ontem ele cumpriu a promessa: mostrou a cédula com o X no quadrinho favorável ao veto de Tezelli. Ah, mas ontem foi moleza, afinal, o assunto não era polêmico. Foi mais fácil que empurrar bêbado na descida...

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  • A Câmara de Campo Mourão estreou, domingo, com vitória de 3 a 2 sobre Araruna no campeonato intercâmaras de futebol suíço. Num dos gols da equipe mourãoense, a bola bateu na barriga do vereador Branco e entrou. Já o gol da vitória saiu a 30 segundos do fim da partida, feito por Edoel Rocha. Olha aí, depois dizem que a oposição é fraca...

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  • O regulamento do campeonato intercâmaras diz que cada time deve ter pelo menos 4 vereadores em campo. De Campo Mourão, além de Branco e Edoel, jogaram Gustavo Gurgel (PMDB) e Juvenal Vieira (PTB). Só que Gustavo se contundiu e no próximo jogo, contra Mamborê, deverá ser substituído por Sidnei Jardim (PPS). O que o futebol não é capaz de fazer neste país...

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  • O regulamento também permite a participação do Executivo. No time de Campo Mourão, por exemplo, estão inscritos o prefeito Tauillo Tezelli e o vice-prefeito Getulinho Ferrari (PPS). Portanto, já dá para dizer que Gustavo Gurgel, Edoel Rocha e Tezelli estão jogando no mesmo time...

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  • Hoje eu quero ver se é só a minha assinatura que não vale nada".

    Isidoro Moraes (PSL), vereador, ontem à noite, durante sessão da Câmara, cobrando o posicionamento de vereadores que foram co-autores do projeto pelo fim do voto secreto e que deram, eles mesmos, parecer contrário à matéria.

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