Unicampo- vestibular - 2022
  • Virou moda colocarem fogo nas lixeiras instaladas no centro de Campo Mourão. Olha só o que restou dessa aí, na rua Francisco Albuquerque, entre as avenidas Capitão Índio Bandeira e Manoel Mendes de Camargo. Mas ela não é a única. Já torraram a lixeira da esquina da Capitão com a Mato Grosso, sumiram com a lixeira do calçadão, em frente ao Ponto Frio, e deram uma queimadinha na instalada em frente ao Itaú, na Irmãos Pereira. Para quem não sabe, cada lixeira dessas custa R$ 85. Graças as vândalos, quem acaba no lixo é o dinheiro do contribuinte. E a gente ainda tem que guardar o lixo no bolso da calça..

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  • Corpal - Royale - Lançamento

  • Já imaginou se o Expresso Nordeste, de fato, não começa atender amanhã na nova rodoviária de Campo Mourão? Vai ficar muito bonito para a cidade. A prefeitura investe R$ 1,5 milhão na construção de um novo terminal de ônibus e a gente tem que embarcar no trevo ou em frente algum boteco. A velha rodoviária estava boa e a gente não sabia...
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  • Prever - Descontos

  • Como vice-prefeito não pode ser demitido, BOCA SANTA não incluiu Getulinho Ferrari (PPS) na enquete encerrada sábado sobre qual secretário municipal deveria ser demitido primeiro. Esta página também não recebeu nenhum e-mail pedindo a demissão do coordenador-geral. Nenhum. Que poder, hein? Deve ser aquele chapéu de Indiana Jones que ele anda usando...

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  • Paraná - ofertas

  • Quem lê BOCA SANTA sabe. A enquete desta página é uma grande sacanagem. Uma brincadeira maldosa. Na enquete da demissão dos secretários municipais, por exemplo, não dá para saber se o internauta votou no secretário ou na opção mais sacana. Por exemplo: os 17% que votaram em Roberto de Castro, escolheram o ouvidor-geral ou o Fluminense? Ó dúvida cruel!...

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  • Sicredi - Bank

  • O senador Roberto Requião (PMDB) disse sábado em Campo Mourão que é possível, sim, tomar as rodovias das concessionárias. "Não existe direito adquirido contra o interesse público. O que foi mal feito pode ser desfeito". Ih, então temos muita coisa para refazer, hein?...  

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  • Antônio José

  • Requião não parou de falar mal do governador Jaime Lerner (PFL) durante sua visita a Campo Mourão. Até que um repórter perguntou se não tinha nada que se aproveitasse no atual governo. O senador pensou, pensou, pensou e disse que não lembrava de nada. Depois, desafiou os jornalistas a citarem alguma coisa. Ah, quem sabe aquelas 40 viagens que Lerner fez para o exterior...

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  • Paraná Multas

  • O senador do PMDB até que deu um perdãozinho às vilas rurais. Disse que elas são um projeto habitacional, mas descartou que as vilas sirvam para a produção econômica. Para Requião, as vilas rurais desobrigaram os fazendeiros a dar casa aos empregados e ainda deixam os trabalhadores com uma dívida de R$ 12 mil. Ah, não dá nem um carro popular...

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  • Brinquedolândia

  • O deputado Nélson Tureck (PFL) se comprometeu a conseguir a liberação daqueles R$ 330 mil que o governo do Estado deve há um tempão para a Santa Casa. Nessa Tureck leva uma vantagem. Se a promessa não for cumprida, será apenas mais uma em meio a tantas já recebidas pela Santa Casa...

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  • Educare - Horizontal

  • Se Tureck vai conseguir os R$ 330 mil para a Santa Casa ninguém sabe. Mas ele já espalhou ofícios pela cidade comunicando que conseguiu a liberação de R$ 2,2 mil para o Colégio Unidade Pólo e de R$ 4,1 mil para o Colégio Alvorada. Somando tudo, dá R$ 6,3 mil. Nossa!...

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  • Baile Tropical

  • A Câmara de Campo Mourão aprovou um projeto de lei obrigando os médicos da cidade e emitirem receitas contendo sempre o nome do medicamento genérico. Idéia foi do vereador Isidoro Moraes (PSL). Falta agora a sanção do prefeito Tauillo Tezelli. Ih, mas se os postinhos não têm nem os tradicionais remédios com nomes de fantasia, imagine os genéricos...

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  • O secretário de Saúde de Campo Mourão, José Haito Doi, acha complicado colocar já essa lei em funcionamento. Ele considera também que antes da votação a Câmara deveria ter discutido melhor o assunto com a classe médica. O próprio Doi só ficou sabendo da proposta pela imprensa, depois dela já estar aprovada. Se bem que de remédio, tem vereador assistencialista que entende muito bem...

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  • O farmacêutico Osvaldo Wronski, com 47 anos de experiência, gostou do projeto de lei do genérico, mas tem dúvidas se a proposta vai funcionar. Ele lembra que já aprovaram na cidade uma lei obrigando os médicos a emitirem receitas datilografadas, o que nunca foi cumprido. Aliás, Wronski defende que o médico escreva o nome genérico com letra legível. Melhor esperar sentado...

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  • Nessa história da receita ter quer digitada, a prefeitura alega que não tem condições econômicas de equipas todos os postos de saúde com um computador para cada médico. Assim, a lei fica engavetada. Tá certo, mas pelo menos um caderno de caligrafia para cada médico dava para comprar, não dava?...

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  • Segundo a imprensa, o ganhador dos R$ 22 milhões da Mega Sena, na semana passada, fez a aposta em Apucarana, mas mora em outra cidade do Sul do País. Antes que você pense em Roberto Takashina, o gerente da Sanepar em Campo Mourão, que veio de Apucarana e que ainda tem a mília, fique sabendo que ele jura que não. Até porque, se fosse, já teria dado "os canos" na Sanepar...

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  • BOCA SANTA já comentou sobre as novas listas telefônicas que agora trazem oito páginas com mapas contendo os bairros e as ruas de Campo Mourão. Maravilha. Só faltou dizer que a inclusão dos mapas na lista foi sugestão da bancada do PV na Câmara de Vereadores. Hum, então deve ser por isso que as páginas com os mapas têm margens verdinhas...

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  • Falando em PV, foi arquivada aquela proposta da bancada verde em aumentar em uma hora o expediente das sessões ordinárias da Câmara. Com isso, não se corre mais o risco dos vereadores ficaram com mais 60 minutos para discursos e mais discursos na tribuna da Câmara. Ufa! E que deixem esse arquivo bem fechadinho...

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  • Vamos inverter o processo. Vendemos o Lerner e deixamos a Copel".

    Roberto Requião (PMDB), senador, durante visita a Campo Mourão, sábado, criticando a proposta do governo do Estado de querer privatizar a companhia de energia elétrica.

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