Prever Novo
  • O presidente da Associação de Moradores do Jardim Modelo deu entrevista neste sábado ao Valdete Rodrigues de Almeida (rádio Humaitá) e soltou o verbo contra a prefeitura. Sobrou até para o vereador Walter Zamoro (PPS). Ele disse que só tira o chapéu para o secretário do Governo Interativo, José Pochapski. Ah, então nem tudo está perdido...
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  • Unicampo - Solidário

  • BOCA SANTA brincou sábado com o chefe do Procon, Ricardo Borges, devido àquela apreensão de 499 pacotes de arroz com peso abaixo no indicado na embalagem. Dizem que agora Borgessó come arroz. Café da manhã? Café com bolinho de arroz. Almoço? Arroz carreteiro. Jantar? Arroz à grega. Sobremesa? Arroz doce. Bebida? Saquê. Mas ele não está usando pó de arroz, está?...
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  • Paraná - ofertas

  • BOCA SANTA também é cultura. Você sabia que o professor e ex-vereador Joani Teixeira (PTB) é especialista em material bélico pelo Arsenal de Guerra General Câmara, do Rio Grande do Sul? A informação está na revista do Serviço Nacional de Pesquisas de Opinião Pública (Senap). Especialista em material bélico? Só não detonou a Câmara porque não quis...

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  • Sicredi - Bank

  • A vereadora Maria Verci Ribeiro (PL), por exemplo, não se "bica" muito com o professor Idê. Por isso mesmo, já disse por aí que já se cansou de ficar sentada ao lado dele e quer trocar de posição. Ah, mas se ela quer trocar, vender ou comprar, o negócio é ligar para o professor Idê no "Feirão Colméia"...

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  • Carlos Dubay

  • Alguém precisa fazer alguma coisa contra os furtos de biciletas em Campo Mourão. Só na sexta-feira foram três magrelas roubadas (uma acabou recuperada pela PM). Se a polícia local não dá conta, que peça a ajuda aos grupos especializadas. Ou esses grupos só vêm pra cá quando as vítimas são ricas?...

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  • Farol - Covid - novo

  • O presidente Izael Skowronski tem trauma de quem vai às reuniões da Câmara e fica até o final. É que na legislatura passada, ele lembra, quando isso acontecia é porque a pessoa queria vender alguma rifa ou algum bingo para os vereadores. Pior: os "nobres edis" eram todos azarados e nunca ganharam prêmio em rifa nenhuma...

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  • Ahertz Terraplenagem

  • Aliás, as sessões da Câmara até que têm recebido um público mais ou menos no início das reuniões. Só que daí a sessão vai se enrolando, se enrolando e o povo vai indo embora. Quando acaba, já depois à meia-noite, sobram os dois espectadores de sempre: a mulher do Sebastião Ribeiro (PT) e o marido de Maria Verci. Ué, quando eles casaram não foi para alegrias e tristezas?...

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  • Hemonúcleo - Agendadamento

  • Em falação, porém, ninguém supera o professor Idê. Ele pede aparte em tudo. Pede a palavra em tudo. Usa a tribuna para a palavra livre e para a explicação pessoal. Já tem gente sugerindo que em dias de sessão o "Feirão Colméia" vá até às 18h, só para ver se Idê chega cansado à Câmara e fala menos. E olha que ele ainda não levou a gaitinha às reuniões...

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  • Marcio Nunes 2

  • Tudo que Walter Zamoro não falta durante as sessões, a bancada do PV compensa. Na segunda-feira passada, as votações da Câmara terminaram à 0h30 e José Turozi (PV) ainda reclamou quando a sessão acabou porque ele queria fazer uso da palavra livre. É, se bobear a reunião amanhece. E pra expliar em casa depois...

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  • Terra FM

  • Com a renúncia de Edson Battilani (PPS) à liderança do PPS na Câmara de Vereadores, a tendência é que a função vá para Walter Zamoro (PPS). Izael não fica com ela porque já preside a Casa. Sidnei Jardim também não porque já é líder do governo. É, quem sabe assim Zamoro não fala um pouco mais durante as sessões da Câmara...

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  • Outro detalhe: em São Paulo quem recebe caixão doado só tem 15 minutinhos para o velório. Em Campo Mourão, o velório é normal: 24 horas. Teve uma época que as funerárias forçavam velórios de caixões doados a ser realizados só na capela mortuário. Mas isso já passou. E tomara que as empresas locais não tenham visto na TV essa história dos 15 minutos...

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  • Numa coisa, porém, São Paulo perde para Campo Mourão. Um caixão que custa R$ 100 na fábrica é vendido por lá por R$ 800. Aqui, um caixão que sai por R$ 50 do fabricante é comercializado na funerária por R$ 517. Nem precisa ser um Oswald de Souza para ver que a margem de lucro é maior em Campo Mourão. E olha que aqui dizem ser os menores preços do País...  

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  • Quem assistiu o "Fantástico" ontem à noite e viu a reportagem sobre o serviço funerário em São Paulo, que é municipalizado, deve ter ficado imaginando que em Campo Mourão o sistema é uma beleza. De fato, perto de São Paulo nossos problemas são fichinhas. Portanto, melhor morrer por aqui mesmo...

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