• Cuspindo fogo
    Quem não gostou nada do “listão dos aprovados” do Fepac foi o pesquisador Jair Elias dos Santos Jr. O projeto dele, sobre um livro com fotos histórica dos 60 anos de Campo Mourão, foi rejeitado. Pra quê! Jair distribuiu artigo no final de semana chamando a lei de incentivo de “farsa” e se dizendo desvalorizado pela Fundacam “talvez” por sua filiação partidária. Ih, já pegou a “síndrome da perseguição” do PPS...  

    VEJA TRECHOS DO ARTIGO DO JAIR ELIAS

    “Acreditei que haveria seriedade neste ano, lego engano, vi que não existe seriedade na Fundação Cultural e muito menos na sua ‘escondida’ Comissão de Avaliação de Projetos Culturais”.

    “Mais uma vez os dedos da Fundacam serão voltados para outras finalidades, talvez desmoralizar-me perante a opinião pública”.

    “Pasmem, mourãoenses, minha última obra, feita com patrocínios, teve somente três livros adquiridos pela Fundacam.  Este é a valorização e o incentivo para continuar a fazer este trabalho de resgate histórico”.

    “Em outros lugares do Paraná, sou valorizado e respeitado pelas instituições de cultura, e aqui não, aqui ganho o descrédito e o desrespeito”.

    “Não direi ‘amém’. Irei procurar os meios cabíveis para denunciar esta prática inaceitável. (...) Talvez minha filiação partidária tenha pesado na votação”.

    “E mais, a Fundacam e a Prefeitura não terão mais ‘uma vírgula’ do meu trabalho. Se quiseram pesquisa séria e fundamentada terão que pagar. Chega de fazer o papel de ‘bobo da corte’. Daqui para frente não irei colaborar com nenhum órgão da administração pública municipal, afinal ‘quem não valoriza, não merece ser valorizado’”.
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